Vitória, segunda-feira 2 de novembro de 2026
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Homem é condenado a 19 anos de prisão por assassinato em Barra de São Francisco

Rangel de Oliveira Vidal foi condenado a 19 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato de Leonel Felipe Prates em Barra de São Francisco.

Por Roberto Andrade ·
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Balança da justiça em tons dourados sobre fundo azul ao entardecer, com um martelo de juiz à esquerda e um bloco de madeira à direita, simbolizando a condenação judicial.
Ilustração: Repórter Capixaba

O Tribunal do Júri da Comarca de Barra de São Francisco condenou Rangel de Oliveira Vidal a 19 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato de Leonel Felipe Prates, crime ocorrido em novembro de 2024, no bairro Colina, no Noroeste do Espírito Santo. A condenação por homicídio qualificado foi determinada na quinta-feira (29), último dia 29 de outubro.

A vítima foi morta a tiros na madrugada de 19 de novembro de 2024. O caso foi investigado pela 14ª Delegacia Regional de Barra de São Francisco, responsável por concluir o inquérito e encaminhá-lo ao Ministério Público do Espírito Santo (MPES).

Após a denúncia apresentada pelo MPES, Rangel foi pronunciado em dezembro de 2025. Nessa fase, a Justiça entendeu que havia elementos suficientes para que ele fosse submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri, etapa em que a decisão sobre crimes dolosos contra a vida cabe aos jurados.

Segundo as informações divulgadas, Rangel permaneceu preso preventivamente durante todo o processo, desde a fase de investigação até o julgamento realizado na comarca de Barra de São Francisco.

O delegado responsável pela investigação, Leonardo Forattini Dutra, destacou a atuação das equipes policiais na apuração do crime e o trabalho do Ministério Público durante o julgamento. Para ele, a condenação é resultado do esforço conjunto entre as instituições envolvidas no caso.

Mesmo com a condenação, a Polícia Civil informou que as investigações continuam para apurar a possível participação de outras pessoas no homicídio. Quem tiver informações que ajudem a identificar outros envolvidos pode repassá-las de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181.

O caso ilustra o caminho percorrido por crimes desse tipo, da investigação policial à denúncia do Ministério Público e ao julgamento pelo júri popular. Enquanto as apurações sobre outros possíveis envolvidos seguirem, o processo pode ter novos desdobramentos no interior do estado.

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