Casos de dengue nas Américas ultrapassam 3 milhões em 2019

2006 Prof. Frank Hadley Collins, Dir., Cntr. for Global Health and Infectious Diseases, Univ. of Notre Dame This 2006 image depicted a female Aedes aegypti as she was obtaining a blood-meal from a human host through her fascicle, which had penetrated the host skin, and was red in color, reflecting the blood’s coloration through this tubular structure. In this case, what would normally be an unsuspecting host was actually the CDC’s biomedical photographer’s own hand, which he’d offered to the hungry mosquito so that she’d lite, and be photographed while feeding. As it fill with blood, the abdomen became distended, stretched the exterior exoskeletal surface, causing it to become transparent, and allowed the collecting blood to become visible as an enlarging intra-abdominal red mass. As the primary vector responsible for the transmission of the Flavivirus Dengue (DF), and Dengue hemorrhagic fever (DHF), the day-biting Aedes aegypti mosquito prefers to feed on its human hosts. Ae. aegypti also plays a major role as a vector for another Flavivirus, "Yellow fever". Frequently found in its tropical environs, the white banded markings on the tarsal segments of its jointed legs, though distinguishing it as Ae. aegypti, are similar to some other mosquito species. Also note the lyre-shaped, silvery-white markings on its thoracic region as well, which is also a determining morphologic identifying characteristic.

Os países e territórios das Américas notificaram mais de 3 milhões de casos de dengue em 2019, um pico para a região, de acordo com a mais recente atualização epidemiológica da Organização Pan-Americana Saúde (OPAS).

O Brasil, dado seu tamanho populacional, teve 2.241.974 casos em 2019, 70% do total registrado na região e mais da metade das mortes pela doença. O México registrou 268.458 casos; a Nicarágua teve 186.173; a Colômbia, 127.553; e Honduras, 112.708.

Mosquito Aedes aegypti é principal vetor do vírus da dengue, zika e chikungunya.

Os países e territórios das Américas notificaram mais de 3 milhões de casos de dengue em 2019, um pico para a região, de acordo com a mais recente atualização epidemiológica da Organização Pan-Americana Saúde (OPAS).

Esses números superam os 2,4 milhões de casos registrados em 2015, quando ocorreu a maior epidemia de dengue das Américas. Naquele ano, quase 1.400 pessoas morreram em decorrência dessa enfermidade.

“Apesar do aumento no número de casos em 2019, o intenso trabalho dos países conseguiu manter a taxa de letalidade – ou a porcentagem de casos que terminaram com morte – abaixo do esperado de 1% (0,05% em 2019)”, disse o diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis e Determinantes Ambientais da Saúde da OPAS, Marcos Espinal.

O Brasil, dado seu tamanho populacional, teve 2.241.974 casos em 2019, 70% do total registrado na região e mais da metade das mortes pela doença. O México registrou 268.458 casos; a Nicarágua teve 186.173; a Colômbia, 127.553; e Honduras, 112.708.

O ano de 2020 começa com mais casos que 2019

Embora a região esteja saindo de um ano epidêmico, espera-se que até 2020 ainda haja alta incidência de casos. Até o momento, neste ano, foram registrados mais de 125.000 casos de dengue, incluindo 27 mortes (com uma taxa de letalidade de 0,021%).

De acordo com a atualização epidemiológica da OPAS, Bolívia, Honduras, México e Paraguai notificaram mais casos de dengue nas primeiras quatro semanas de 2020 do que no mesmo período de 2019.

A OPAS insta as famílias, comunidades e autoridades de todos os níveis a continuarem com as medidas para eliminar os locais de criação de mosquitos, uma ação fundamental para reduzir a transmissão da doença.

“A prioridade do setor de saúde é evitar mortes”, disse José Luis San Martín, assessor regional da OPAS em dengue. San Martín recomendou que a população das áreas em que a doença está circulando não se automedique e consulte um profissional de saúde ante qualquer suspeita de estar com dengue, cujos sintomas mais comuns são febre alta súbita, dor de cabeça e nos olhos, dores corporais generalizadas e mal-estar, entre outros.

A Organização também convida seus Estados-membros a fortalecer a vigilância de doenças, revisar planos de emergência e garantir treinamento adequado para os profissionais de saúde fazerem o diagnóstico de forma oportuna e o tratamento de pacientes com dengue da maneira adequada, a fim de evitar mortes pela doença.

Em 2019, a OPAS organizou treinamentos de médicos e paramédicos de 39 países da região, com base em suas diretrizes clínicas para o manejo de pacientes com dengue.