Vitória, domingo 18 de outubro de 2026
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Subvenção econômica Finep chega a R$ 450 milhões para empresas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste

A Finep ampliou em R$ 150 milhões a segunda rodada de subvenção econômica, que chega a R$ 450 milhões para empresas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Por Roberto Andrade ·
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Subvenção econômica Finep chega a R$ 450 milhões para empresas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O governo federal ampliou em R$ 150 milhões a segunda rodada da chamada Mais Inovação Brasil Subvenção Econômica, edital da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Com a complementação, o total chega a R$ 450 milhões em recursos não reembolsáveis para empresas de todos os portes que atuam nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A medida foi anunciada na sexta-feira (16) pela ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.

O valor inicial previsto para o edital era de R$ 300 milhões. Com o reforço, o financiamento deve apoiar 114 projetos inovadores e de risco tecnológico, com impacto no desenvolvimento regional e relevância social.

Entre os projetos aprovados inicialmente, 75% são de microempresas, com faturamento abaixo de R$ 1 milhão, e de empresas de pequeno porte, com faturamento de R$ 1 milhão até R$ 4,8 milhões. A proposta, portanto, tem como foco os negócios de menor porte que atuam em tecnologia nessas regiões.

Segundo a ministra, o reforço significa mais investimento chegando às empresas, mais oportunidades para pesquisadores e mais conhecimento transformado em tecnologia. Luciana Santos afirmou que a chamada “não é uma ação isolada” e faz parte de um processo de transformação que o governo vem promovendo.

O valor inicial do edital foi distribuído entre as regiões contempladas, conforme previsto na chamada. A divisão detalhada por região não foi apresentada no conteúdo analisado.

Para o presidente da Finep, Luiz Antônio Elias, a iniciativa é mais um passo para reduzir as assimetrias regionais e promover o desenvolvimento das regiões. Ele destacou que a chamada é “uma oportunidade para que o estado compartilhe o risco do desenvolvimento tecnológico com as empresas”.

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