Tem gente acordando mais cedo todos os dias atrás de uma oportunidade. Tem currículo já amassado de tanto ir e vir. E tem também aquela ansiedade silenciosa de quem só quer uma chance justa. Em Vitória, essa chance pode estar mais perto. O Sine da capital abriu quase mil vagas de emprego em diferentes áreas, para perfis variados e níveis distintos de escolaridade. É o tipo de notícia que não resolve tudo, mas ajuda a respirar melhor.
Ao todo, são 978 vagas de trabalho disponíveis no Sine Vitória, com oportunidades que vão desde funções operacionais até cargos técnicos e administrativos. Há vagas para açougueiro, operador de caixa, auxiliar de limpeza, pedreiro, pizzaiolo, jardineiro, eletricista, analista contábil, entre outras ocupações bastante procuradas. Algumas exigem experiência, outras não. Em comum, todas representam uma porta aberta para quem tenta se recolocar ou dar o primeiro passo no mercado formal.
O atendimento é presencial, na Casa do Cidadão, localizada na Avenida Maruípe, no bairro Itararé. O funcionamento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Quem comparecer precisa levar documentos pessoais e currículo atualizado. No local, o trabalhador faz o cadastro, consulta as vagas disponíveis e, se o perfil bater, já sai com a carta de encaminhamento para a empresa contratante. Simples assim. Sem rodeios.
Esse volume de vagas não surge por acaso. Em 2025, o Sine Vitória vem registrando crescimento expressivo na captação de oportunidades, reflexo de parcerias com empresas locais e de um esforço contínuo para movimentar o mercado de trabalho da capital. Só no início do ano, o número de vagas ofertadas praticamente dobrou em relação ao mesmo período do ano passado, indicando um cenário mais aquecido, ainda que desafiador.
No fim das contas, cada vaga anunciada carrega uma história possível. Um aluguel pago em dia. Um supermercado sem tanta conta atrasada. Um plano que volta a existir. Para quem está procurando trabalho, vale ir até o Sine, olhar com calma e tentar. Porque, às vezes, a mudança começa exatamente aí: do outro lado de um balcão, com um currículo na mão e um pouco de esperança no bolso.
